domingo, 30 de janeiro de 2011

hoje, em mais um livros no bolso

O lançamento, esta semana, de O Meu Nome é Legião, em França, e o início de uma temporada de 50 espectáculos dedicados à obra de António Lobo Antunes no espaço MC93, a norte de Paris, serviu de mote ao programa de hoje, precisamente sobre o livro e aquele que é, quanto a mim, o maior escritor contemporâneo em língua portuguesa.



Os podcasts deste e dos últimos programas estão em atraso mas conto poder divulgá-los em breve.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

um bom livro

Ando há dois dias para escrever isto, mas esta vida de assalariada fez o favor de me ocupar o bastante para o impedir:

Importante ler Uma Vida à Sua Frente (La vie devant soi) do escritor francês Romain Gary, acabado de chegar às livrarias pela mão da Sextante.



O livro foi apresentado esta segunda-feira no Institut français du Portugal. Seguiu-se a projecção do filme homónio, resultado da adaptação da história ao cinema pelo realizador israelita Moshé Mizrahi.

Vi o filme. O livro não li ainda mas atrevo-me a recomendá-lo por antecipação. Quem assistiu ao lançamento perceberá porquê.

Vale a pena ler também o artigo de Isabel Coutinho publicado no Ípsilon na passada sexta-feira.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Camilo no livros no bolso de hoje



A propósito da notícia da existência de 252 cartas inéditas de Camilo Castelo Branco, divulgada pelo Jornal de Letras esta semana, o Livros no Bolso de hoje foi inteiramente dedicado a Amor de Perdição, essa grande memória do nosso Portugal profundo.

afinal o e-book também tem coisas boas

a de fazer renascer a discussão em torno do livro objecto, por exemplo. Há umas semanas atrás, Gonçalo Mira propunha-nos uma passagem pelas opções de design de algumas das melhores editoras independentes que temos por cá. Este Sábado foi a vez da Babelia colocar o tema em destaque. Mais uma vez, o design como forma de aproximar o livro do leitor, como elemento diferenciador e identificador. Para ler aqui.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

escrever, escrever, viver



Orgulho. Paciência. Solidão.
O único mérito que há nisto é o trabalho.
Isto é um ofício, como outro ofício qualquer.
O ofício é o que não se aprende.

Com isto lembrei-me da entrevista de José Rodrigues dos Santos ao Ah, a Literatura e pensei: será que alguém é capaz de mostrar o documentário ao senhor jornalista? Se for preciso eu empresto o DVD.

3 livros bons, 1 livro mau e um grande livreiro

Eis a proposta do mais recente episódio do Ah, a Literatura

domingo, 2 de janeiro de 2011

de volta

Depois da ausência de algumas semanas, alguns podcasts em atraso do livros no bolso aqui, aqui e aqui. Ficam ainda a faltar as edições de Dezembro, em especial as dos dias 12 e 19, dedicadas a Lispector e Rilke respectivamente.

domingo, 12 de dezembro de 2010

hoje, no livros no bolso


No dia em que o CCB celebra os 90 anos do nascimento de Clarice Lispector (10 de Dezembro de 1920 - 9 de Dezembro de 1977), a equipa do café central junta-se à homenagem trazendo Laços de Família ao Livros no Bolso.

Os podcasts estão em falta, mas a gerência do café promete disponibilizá-los em breve aqui.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Eugénio Lisboa

Adolescente, em Moçambique, fui francês com Voltaire, Balzac, Stendhal, Anatole France ou Roger Martin du Gard, inglês com Dickens, Charlotte Brontë, Wilde, D. H. Lawrence, Conrad ou Huxley, alemão, com Thomas Mann, italiano com Pirandello e D'Annunzio, romeno, com Panait Istrati, americano, com Mark Twain, Hemingway, Faulkner, Saroyan ou Steinbeck, russo, com Tolstoi, Dostoiewsky, Turgenev, Tcheckov ou Sologub. (...) O provincianismo é um estado de espírito e não uma consequência da geografia.

Eugénio Lisboa em entrevista a As Artes entre As Letras

divulgando

amanhã




sexta-feira

terça-feira, 30 de novembro de 2010

lembrando Pessoa, 75 anos depois

Há dias em que cada pessoa que encontro, e, ainda mais, as pessoas habituais do meu convívio forçado e quotidiano, assumem aspectos de símbolos e, ou isolados ou ligando-se, formam uma escrita profética ou oculta, descritiva em sombras, da minha vida. O escritório torna-se-me uma página com palavras de gente; a rua é um livro; as palavras trocadas com os usuais, os desabituais que encontro, são dizeres para que me falta o dicionário mas não de todo o entendimento.

Fernando Pessoa, Livro do Desassossego