Depois de mais de um mês ausente destas páginas mas não das que se fazem de papel, encadernadas, com histórias dentro, far-se-á nova pausa por estas bandas, mas desta vez pausa consentida – por mim, é claro, que nestas andanças literárias gosto de me saber independente – e portanto sem pesos de consciência ou sensação de dever incumprido.
Significa isto que fecho para obras , não as que se fazem de cimento, mas as de lombada e papel. Ler, ler muito, é o meu objectivo para as próximas semanas. Pelo meio, as preocupações de trabalho – esse sim, que me mantém de contas em dia e que em nada se relaciona com este espaço, o Livros no Bolso ou a Fest – intercaladas com o calor do verão e as alegrias de uma cidade viva, cheia de iniciativas que gostaria de acompanhar. Ah, e férias!
Conto voltar no final do verão, ou antes, se vontade assim o ditar. Até breve.
"Só agora Amaro acredita que a Primavera chegou: de sua janela vê Clarissa a brincar sob os pessegueiros floridos." Erico Verissimo
domingo, 10 de julho de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
esta semana
1 de Junho, Livraria Pó dos Livros, 19h
Lançamento do livro "Portugal à Coronhada - Protesto Popular e Ordem Pública nos Séculos XIX e XX", de Diego Palacios Cerezales (Tinta-da-China). Apresentação a cargo de Manuel Villaverde Cabral

2 de Junho, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa, 19h
Ciclo Prémios Nobel Latino-Americanos: Gabriel García Márquez
Leitura de textos do autor por José Pedro Sousa
sexta-feira, 27 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
livros no bolso em directo da feira do livro
Este Domingo o Livros no Bolso esteve na Feira do Livro a acompanhar o debate sobre os melhores livros de ficção editados entre Junho de 2010 e Maio de 2011, moderado por José Mário Silva e com a participação de David Machado, Manuel Alberto Valente, Sérgio Lavos e Luís Ricardo Duarte. Uns minutos antes do início da sessão, José Mário Silva antecipou à Rádio Horizonte aquelas que seriam as suas escolhas.
A reportagem completa pode ser lida aqui.
A reportagem completa pode ser lida aqui.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
chegam mais 9
Directamente da Feira do Livro:
- Balada do Café Triste, Carson McCullers
- Os Manuscritos de Jeffrey Aspern, Henry James
- Através do Canal do Panamá, Malcolm Lowry
- Valparaiso, Don DeLillo
- Walt Whitman, D. H. Lawrence
- O Tio Goriot, Honoré de Balzac
- Antologia Poética, Juan Ramón Jimenez
- Sinais de Fogo, Jorge de Sena
- O Vício em Lisboa - Antigo e Moderno, Fernando Schwalbach
- Balada do Café Triste, Carson McCullers
- Os Manuscritos de Jeffrey Aspern, Henry James
- Através do Canal do Panamá, Malcolm Lowry
- Valparaiso, Don DeLillo
- Walt Whitman, D. H. Lawrence
- O Tio Goriot, Honoré de Balzac
- Antologia Poética, Juan Ramón Jimenez
- Sinais de Fogo, Jorge de Sena
- O Vício em Lisboa - Antigo e Moderno, Fernando Schwalbach
terça-feira, 19 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
humor servido entre capas
Amanhã (hoje, na exactidão das horas)
segunda-feira, 28 de março de 2011
dia Maria Gabriela Llansol

A sala Almada Negreiros, no CCB, encheu-se ontem de fervorosos seguidores da obra de Llansol. O Livros no Bolso esteve lá, mas as imposições do directo fizeram com que muita coisa ficasse por dizer. A emissão esteve, pois, longe de me agradar. Deixo, de qualquer modo, o podcast, na expectativa de em breve poder voltar àquela que é já reconhecida como uma das figuras maiores da literatura portuguesa.
terça-feira, 22 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
no dia mundial da poesia
faço-me acompanhar de Fiama e escolho um poema do livro que trago comigo.
Sombra com a luz ainda nos últimos ramos
do próprio desejo: a invocação de abril, o mês
onde o lugar pressente ser o verão
entre a proposta de flores e a face do fruto (a de
um sólido). Perdida, pois, a doce luz do inverno, a necessária
ao rosto (depois de longas noites entre seus dobres,
neve dolorosa), a matinal. Rosto
com o vidro, linhas (de veias) reflectindo
o mundo (vário) (alheio). Enquanto a luz transpõe
copas, os cumes e o segundo
crepúsculo (a tarde) é incessante.

(Este) Rosto
Fiama Hasse Pais Brandão
Âmago - Antologia
Assírio & Alvim, 2010
Sombra com a luz ainda nos últimos ramos
do próprio desejo: a invocação de abril, o mês
onde o lugar pressente ser o verão
entre a proposta de flores e a face do fruto (a de
um sólido). Perdida, pois, a doce luz do inverno, a necessária
ao rosto (depois de longas noites entre seus dobres,
neve dolorosa), a matinal. Rosto
com o vidro, linhas (de veias) reflectindo
o mundo (vário) (alheio). Enquanto a luz transpõe
copas, os cumes e o segundo
crepúsculo (a tarde) é incessante.

(Este) Rosto
Fiama Hasse Pais Brandão
Âmago - Antologia
Assírio & Alvim, 2010
domingo, 20 de março de 2011
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